Lembro-me até hoje das sensações que sentia, Quando meu avô e eu íamos ao mercado, Ele comprava todas as coisas que eu lhe pedia, Ficava feliz em me agradar, meu avozinho amado. Lembro-me das brincadeiras com os meus primos, Escorregando no pasto com uma caixa de papelão. Andávamos de bicicleta, e nas árvores nós subimos; Na capoeira buscávamos lenha para acender o fogão. Nadando na caixa d’água, pega-pega no quintal, Fazíamos muitas brincadeiras sensacionais; Esconde-esconde em meio do imenso milharal, Sem tecnologia, roupas sujas, momentos especiais. O melhor da minha infância são as brincadeiras, A ausência de compromissos e responsabilidade. Sentir o vento no rosto, banhar-se de mangueira, Explorar o ambiente, aproveitando a liberdade. O tempo passa, em breve deixarei de ser criança, Terei um trabalho com obrigações variadas; E nesse dia minha doce e querida infância; Serás em minha memória para sempre guardada.

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